Music Mix
Diego Di Luca
Estudante de Jornalimos - Ulbra Canoas
Vocalista da Fresno é de Mostardas
O vocalista da Banda Fresno, que já atingiu prestígio nacional tocando nos maiores festivais do Brasil, colocando música na novela Malhação e ganhando prêmios Multishow, tem uma particularidade que poucos conhecem. Ele nasceu e passou a infância em Mostardas, cidade litorânea bem próxima a nós. Seu pai, Nilo, e sua família, continua morando em um distrito de Mostardas. Lucas, inclusive, demonstra sua paixão pela cidade natal com uma tatuagem do Farol da Solidão que ele ostenta num dos braços. Sua última passagem por estas bandas foi no dia 20 de março, quando esteve na Expocace, em Tavares, onde apresentou uma música tradicionalista de composição da família.


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Posted on 26 Mar 2010 by diego
As modas do verão
Entra verão, sai verão, e sempre analisamos qual é a moda do verão. O ritmo que não cai nunca, é claro, é o funk; apesar de não ter um daqueles “chiclete”, que gruda mesmo. Pelo menos não um novo, lançado para este verão. Os que estão tocando são os mesmos do ano passado.
O que se ouve nos carros, bares e danceterias é o sertanejo universitário. Esse sim, desde metade do ano passado, está estourado. E nesse verão estamos ouvindo os remixes dance, pancadão e funk de Chora me liga (João Bosco & Vinícius), Meteoro (Luan Santana), Pagando pau (Fernando & Sorocaba), Você de volta (Maria Cecília e Rodolfo), Ei, Psiu! Beijo, me liga! (Michél Telo), e muito mais.
Outro estilo que pegou neste verão, e alavancado por uma única banda, é o tecnobrega da Dejavu, uma banda baiana que faz as letras em cima de uma única batida eletrônica que altera a velocidade conforme o toque e o embalo da letra de cada música, e emplaca quase que o cd todo, como Me libera, Telefone, Soca soca, Novo amor, Rubi, Meteoro, entre outras.
Essa é a moda, com estilos variados, do verão 2010.




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Posted on 25 Jan 2010 by diego
Michael Jackson versão bossa
Em breve, chega às lojas brasileiras o álbum Michael n’Bossa, um disco com os maiores sucessos do rei do pop, Michael Jackson, em versão bossa nova. A novidade foi produzida por Roberto Menescal e, no seu repertório, estão os sucessos “Beat It”, “Billie Jean”, “Remember The Time” e “Off The Wall”.
Faço menção ao álbum “Bossa’n’Roses”, lançado em 2006, com músicas dos roqueiros do Guns’n’Roses em versão bossa que ficou espetacular. Se a coletânea bossa de Michael Jackson mantiver a mesma linha, certamente teremos uma variável da boa música que dispensa comentários.


Valeu pessoal, aquele abraço a todos, e não esqueçam de deixar seus comentários, sugestões e críticas. Feliz Natal, e um ótimo ano de 2010!
Diego Di Luca
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Posted on 14 Dec 2009 by diego
Madonna lança música inédita
Madonna vai lançar um novo single e uma nova coletânea ainda este ano. O single, intitulado "Celebration", será lançado em agosto e é uma das duas músicas inéditas que fará parte da nova coletânea da cantora.
A coletânea, também batizada de "Celebration", chegará às lojas no dia 28 de setembro. As músicas que integram a compilação foram escolhidas pela própria cantora, com a ajuda dos fãs, que puderam votar por meio do site oficial de Madonna.
Entre as canções confirmadas para fazer parte do disco estão os sucessos "Everybody", "4 Minutes", "Express Yourself" e "Vogue".
A música "Celebration" é uma co-produção de Madonna e Paul Oakenfold, DJ que a acompanha durante os shows.


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Posted on 26 Jul 2009 by diego
MC Marcinho grava funk gospel
Em 2006, o funkeiro MC Marcinho sofreu um grave acidente automobilístico, no Rio de Janeiro, quando a van que ele estava bateu na traseira de um ônibus. Duas pessoas morreram e ele teve sérias lesões, inclusive teve de andar por um tempo em cadeira de rodas. Após sua recuperação, o MC, muito grato a Deus pela sua vida, passou a deixar frases de conscientização e agradecimento nos seus shows. Recentemente ele realizou algo inédito na cena musical. Regravou a música "Faz um milagre em mim", um louvor gospel de Régis Danese, em ritmo funk. O refrão: "Entra na minha casa; Entra na minha vida; Mexe com minha estrutura; Sara todas as feridas; E ensina a ter santidade; Quero amar somente à Ti; Porque o Senhor é o meu bem maior; Faz o milagre em mim!". Bacana! Legal mesmo. A música nos permite isso. Nada mais original do que o MC Marcinho, em um momento de agradecimento a Deus pela sua vida, utilizar seu trabalho, a música, gravando uma bela letra no ritmo que o consagrou, o funk.


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Posted on 14 Mar 2009 by diego
Música: saudades dos anos 80
Hoje em dia é tão fácil fazer música. E o que é pior: é mais fácil ainda midiatizar, divulgar, tocar estas músicas. Pois esta enxurrada de sons, que muitos insistem em chamar de música, nos leva a fazer uma grande reflexão: para onde foram as notas musicais reais e coerentes?

Questiono isto porque, principalmente para quem viveu ou curtiu os anos 80, impossível não bater uma tremenda saudade daquela época suave e saudável aos nossos ouvidos. Nada contra os diversos estilos de músicas que surgiram por aí afora, mas apenas fazendo um parecer ao crítico e precário nível de qualidade que está chegando aos nossos rádios, festas e shows. Vejamos o funk, por exemplo, originalmente criado nos Estados Unidos, com letras que objetivavam transparecer que um povo “judiado” e segregado também tinha alegria no seu reduto. Daí surgiu uma sonoridade mais envolvente, com letras que evidenciavam sempre a felicidade e o positivismo nos guetos norte-americanos, mas com melodia e coesão. Veio para o Brasil no início da década de 90, com Dj Marlboro, MC’s Cidinho, Marcinho, Bob Rum, entre outros. A mesma batida, mas a melodia era mais romântica, mas sempre focada na letra dos mais humildes, pobres, mas que criavam uma história. Aí veio a era “Bonde do Tigrão”, e vulgarizou o funk. Tanto que hoje, após passar por Serginhos e Lacraias, chegou aos Créus e frutas. Não há melodia, história, coerência; às vezes, nem rima tem. É a mesma batida com uma seqüência de falas pouco inteligente e ambíguas.

Existe também um falso pagode, que normalmente usa muito “lê-lêê.. le,le,lel,lê”, que passa longe do bom pagode, que veio do samba, que descendeu das raízes africanas do batuque. Aquele samba com melodia, com história, que enche os ouvidos com boa música, a de Arlindo Cruz, Jorge Aragão e Leci Brandão. Entre outras pseudo-vertentes da música, surge o psy, algo revolucionário, mas longe de ser música. Uma batida eletrônica fixa, uma série de evoluções sonoras pirotécnicas-alucinantes com pouco critério musical, que fica mais ou menos 10 minutos na mesma, fazem este som. Tem também o maxixe, que nasceu da musicalidade nordestina, e que grupos tradicionalistas gaúchos insistem em misturar com a música gauchesca, também colocando letras de pouca inteligência, muitas até de baixo calão, e multiplicar por aí com regravações e novas produções (provando até falta de criatividade).

Mas repito: nada tão contra assim, apenas tecendo um ponto de vista. E que fique claro o meu mais sincero respeito ao leitor que gosta destes estilos.
Diria que a culpa desta desqualificação musical é da mídia, da cultura deficitária (culpa de um sistema que não incentiva a Educação), das gravadoras que impõem estas músicas por dinheiro nas grandes rádios. O dinheiro, como sempre, falando mais alto.

Mas, como o título é “Saudade dos anos 80”, e não “O retrocesso da música”, relato a falta que faz nas rádios e festas títulos de Dire Straits, Cindy Lauper, Depeche Mode, Erasure, OMD, Richie Vallens, Van Hallen, The Cure, Laura Branigam, Madonna, Ramones, Australian Crawl, U2, Pet Shop Boys, Creedence, Men at Work, Legião Urbana, Cazuza, Raul Seixas, Capital Inicial, Kid Abelha, RPM, Titãs, Gilberto Gil, Marina Lima, e muitos outros que encheriam páginas e páginas de boas e gloriosas canções.
Meus amigos, não quero ser chato. Não há comentários a fazer para finalizar. Apenas constatar que há um abismo de diferença em pouco menos de 20 anos.

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Posted on 26 Nov 2008 by diego
A música perdendo para as drogas
A cantora britânica Amy Winehouse se apresentou no último show programado do ano, ao fechar a segunda noite do festival Bestival, dia 6.
Apesar de chegar 40 minutos atrasada para sua apresentação, a principal do evento, a cantora foi recebida com muitos aplausos no Robert Hill Country Park, na Inglarerra.
Mas o atraso forçou os organizadores a reduzirem o show e Amy Winehouse teve que apressar seus dois principais sucessos Valerie e Rehab. O show aconteceu apenas uma semana depois que a cantora desistiu de se apresentar no festival Rock em Seine, em Paris, por se sentir mal horas antes.
Amy Winehouse cantou músicas de seu segundo álbum, Back to Black, mas após 35 minutos disse ao público que os organizadores do festival "disseram que tenho que parar após a próxima música".
Ela então apresentou os membros de sua banda e recebeu um extra de cinco minutos dos organizadores, em que cantou sua versão da canção Valerie, originalmente da banda The Zutons. Amy, no entanto, cortou a música no meio e pediu para que sua banda tocasse Rehab.


Amy Winehouse tem estado no centro das atenções da mídia desde o ano passado devido à sua dependência de drogas e problemas de saúde.
O diferencial de Amy é que ela canta ao melhor estilo pop-lounge, quase distante do público que a reverencia, ou da faixa etária que atinge. Não se trata de músicas como as de Britney Spears ou Ashley Tisdale, com apelo teen, mas sim de uma musicalidade excelente, beirando o estilo adulto, que não condiz com o público adolescente que a adora. Infelizmente, perde a música e o que gira em torno dela, em função de sua dependência das drogas. Semana passada, notícias de agências internacionais davam conta de que, se continuar a usar drogas deliberadamente, não terá muito tempo de vida em função de possíveis complicações no seu organismo (além, é claro, do risco de uma overdose).
A musicalidade de Amy está inversamente proporcional ao seu estilo de vida.


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Posted on 15 Sep 2008 by diego
Rock in Rio deve voltar ao Brasil em 2014
Um dos maiores festivais de música estará de volta ao país de origem. Pelo menos foi o que garantiu Roberto Medina, empresário e organizador do Rock in Rio. Em entrevista à Agência EFE, Medina disse que o evento acontecerá na cidade de São Paulo, e não no Rio de Janeiro, como foi nos anos de 1985,1991e 2001. O que fez o festival voltar ao país foi a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. O sonho dos brasileiros é conferir grandes nomes da música mundial, assim como acontece nas edições de Lisboa e Madrid.
Esperamos que o evento faça justiça ao nome que leva, pois, chama-se Rock in “Rio”, em alusão à cidade do Rio de Janeiro, e faz sucesso em Portugal e na Espanha levando nosso nome. Volta ao Brasil, mas para o Estado de São Paulo.
Entretanto, a principal justiça que deve ser feita é quanto à primeira palavra que compõe o evento: Rock. Já reverenciamos grandes nomes do rock, como Qüeen e R.E.M no Rock in Rio; e, na última edição, tivemos que “engolir” Sandy e Júnior e Carlinhos Brown. Nada contra estes músicos, mas que cada estilo esteja em consonância com o proposto pelo evento. E você, o que acha?


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Posted on 17 Jun 2008 by diego
Rihanna se destaca no meio musical
Robyn Rihanna Fenty, mais conhecida como Rihanna, nascida dia 20 de fevereiro de 1988, é uma cantora de Barbados, de ascendência guianesa. Mora atualmente em San Diego, Califórnia. Suas influências musicais são basicamente o R&B e o soul com uma tendência contemporânea de pop e dance, bem como ritmos caribenhos.

Em 2005, ela lançou o álbum Music of the Sun, expondo sua mistura de reggae, dance hall e R&B. Influenciada por cantoras como Beyoncé, Alicia Keys, Melanie Brown e Mariah Carey, Rihanna escreveu quase todas as canções do álbum, com destaques para o hit "Pon De Replay", além de "There's A Thug In My Life", "Let Me", "That La, La," e "If It's Lovin' That You Want". Com quase 500.000 cópias de CDs vendido apenas nos Estados Unidos, chegando a quase 1 milhão de unidades no mundo inteiro, esse álbum também lhe garantiu ficar no Top 10 em países como Canadá e EUA.
Com "Pon de Replay", Rihanna chega ao topo da fama, onde nessa altura lançou o seu primeiro videoclip e seu primeiro single mundial, que mais tarde viria a ser um grande sucesso. Essa música lhe garantiu a posição 2 na ‘U.S. Billboard Hot 100’ e também na ‘UK Singles Chart’. Mais tarde, lança o segundo single do seu álbum de estréia, "If It's Lovin' That You Want", que teve um pouco menos sucesso, ficando na Billboard Hot 100 em 36º, e em 11º na UK Singles Chart.

Em 2006, com o seu novo álbum “A Girl Like Me”, alcança vários êxitos. Entre o reconhecimento mundial, Rihanna teve como patrocinador a Nike com as canções, "SOS", "Unfaithful", "Break It Off" e "We Ride". Rihanna realmente garantiu ser uma das revelações do ano, ganhando dezenas de prêmios principais, como Video Music Awards, Europe Music Awards e o próprio de seu país natal, o Barbados Music Awards.
O primeiro single do novo cd, "SOS", foi a sua primeira música a ficar na posição de número 1 na Billboard Hot 100. O segundo single do álbum foi "Unfaithful" escrita pelo cantor e produtor de R&B Ne-Yo que repetiu o sucesso de "SOS", sendo primeiro lugar em países como Portugal e Canadá.

Em 2007, Rihanna lança seu novo single, intitulado "Umbrella" com participação de Jay-Z. Este hit existente no seu terceiro álbum, “Good Girl Gone Bad” (lançado em junho de 2007), foi o grande êxito da cantora e para muitos a música de 2007. Tendo ganho vários prêmios internacionais devido a esta música, "Umbrella" manteve-se nos tops mundiais durante muitas semanas. Na Inglaterra, Rihanna é responsável por dez semanas consecutivas na primeira posição dos top ingleses, sendo a mulher mais jovem que se manteve por mais tempo na primeira posição neste país. Após o sucesso de Umbrella (guarda-chuva em inglês), foi lançada uma linha de guarda-chuvas associada à imagem da cantora. Umbrella, inclusive, foi regravada em versões dance, rock e lounge por diversas bandas mundo afora.
O segundo single do álbum foi "Shut Up and Drive" que traz um ritmo pop/rock. Apesar de não ter feito o mesmo sucesso de "Umbrella" essa música foi top 5 em países como Austrália, Canadá, Irlanda e Reino Unido.
O terceiro single foi "Don't Stop the Music" e segue por um ritmo mais dance. "Don't Stop The Music" tem a produção de "Evan Rogers", um produtor de dance music atual, responsável por outros hits dance conhecidos. Com os samples de "Wanna Be Startin' Something", faz de "Don't Stop The Music" a segunda faixa de maior sucesso do álbum Good Girl Gone Bad, perdendo apenas para "Umbrella".
"Hate That I Love You", seu quarto single, (terceiro no Brasil e Estados Unidos), conta com a participação de Ne-Yo, e nos trouxe novamente o ritmo de "Unfaithful", que também tem a participação indireta de Ne-Yo, já que foi ele o autor da canção.

Em 2008, Rihanna ganhou um Grammy de Melhor Canção Rap Com Colaboração pela canção "Umbrella", com participação do magnata do Rap americano, Jay-Z. Rihanna foi também um dos destaques da premiação francesa, "NRJ Music Awards". Rihanna abriu a premiação, com a canção "Don't Stop The Music", que ainda levou o prêmio de "Melhor Música Internacional".
O site da MTV.com afirmou que Rihanna ja estaria trabalhando em seu quarto disco de trabalho, que sucederá o Good Girl Gone Bad. Em uma entrevista ao Ryan Seacrest, Rihanna disse que, no momento, não está em estúdio e que lançará o próximo cd apenas no ano que vem, em 2009, perto do fim da turnê The Good Girl Gone Bad que está sendo trabalhada desde setembro de 2007. A turnê ainda terá um DVD, que será lançado em abril (no Brasil em maio). O DVD foi gravado em Manchester, na Inglaterra, no dia 6 de dezembro de 2007.



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Posted on 14 Aug 2006 by diego
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